quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Coisa + Doce#2

EM BUSCA DO AMOR...

Miaw!!
My Sweetest Thing:

Em resposta aos teus lindíssimos pensamento e imagem...um Poema de Florbela Espanca, que segundo a minha opinião, se enquadra perfeitamente...

O meu destino disse-me a chorar:
«Pela estrada da vida vai andando,
E, aos que vires passar, interrogando
Acerca do amor, que hás-de encontrar.»

Fui pela estrada a rir e a cantar,
As constas do meu sonho desfiando...
E noite e dia, à chuva e ao luar,
Fui sempre caminhando e perguntando...

Mesmo a um velho eu perguntei: « Velhinho,
Viste o amor acaso em teu caminho?»
E o velho estremeceu...olhou...e riu...

Agora pela estrada, já cansados,
Voltam todos para trás desanimados...
E eu paro a murmurar: « Ninguém o viu!...»

Florbela Espanca

Porque às vezes...

... um até logo sente-se mais do que um adeus.


terça-feira, 2 de outubro de 2007

Os sapatos são como os homens...

... até aparecer o par certo usamos o que há.
São lindos e são meus!!



segunda-feira, 1 de outubro de 2007


Sapatos, Sapatinhos, Sapatões...



Hoje descobri que tenho uma dificuldade imensa em comprar sapatos. A Baixa hoje foi minha, possuí todas as sapatarias e todos os sapatos me vieram parar às mãos. E depois... e depois, NADA! O vazio. Esquisita que até enerva! Salto muito alto, sola muito baixa, muito bicudo, pouco achatado, muito preto, ai tanto vermelho, e se fosse azul...?? Que raivaaaa! Eu só quero um belo de um sapatinho. Um sapatinho bonito, elegante, para as minhas noites mais rebeldes, para as festas mais fashion, para um dia-a-dia com glamour. É pedir muito??? Irra...
Vou-me ficar pelas texanas...

Um Universo Guloso...


MIAW!!

A nossa natureza é sermos gulosos, precisamente, porque o que é doce sabe sempre bem. Não importa se temos fome ou não, é simplesmente algo que nos dá prazer e por isso estamos sempre à “espreita” dum “docinho mais doce”. Porém, não nos apercebemos, nesta altura, que esse “docinho mais doce” nos poderá pôr maldispostas e, mais provável, perder algum exotismo.

A escolha de um “docinho” está sempre inerente à fase da vida em que nos encontramos e o espírito com que o fazemos. O mais importante, é conhecer exactamente o nosso paladar e perceber que, por vezes, há “doces demasiado doces”, pelo menos para aquele momento!

É, também, importante ter em conta que qualquer doce aumenta quilinhos, ou seja, NÃO EXISTE UM “DOCE PERFEITO”. Podemos saborear o “docinho” mas sempre com moderação, assim, nunca perdemos vontade de recordar o seu paladar.

Contudo, ainda não cheguei ao cerne da questão. O principal problema deste drama culinário é a ausência de outros condimentos. Para que a “receita” seja a melhor possível (e reparem que não digo ideal, porque tal não existe) é necessário que esteja repleta de paladares diferentes, entre os quais, destaco o picante; o salgado; o agridoce e até mesmo, o amargo (pois sem o amargo nunca daríamos o devido valor ao doce). E só com esta miscelânea de sabores é que nos sentimos realmente satisfeitos...Todos os dias devemos degustar os diferentes paladares nas proporções que achamos necessárias. Se tivemos um dia um pouco mais amargo...procuramos, à noite, terminá-lo com algo mais docinho. Se o dia foi muito doce, a melhor hipótese é realmente “apimentar” um pouco o prato!

A sugestão do chefe é, então, uma miscelânea de paladares para que possamos dar o devido valor a cada um e, especialmente, saboreá-los intensamente...

A decisão de aceitar uma companhia para a refeição depende de como saboreamos a vida naquele momento!

Mas para que fique bem assente, eu já fazia um banquete com companhia daqueles dos passeios à chuva e cacau para aquecer!!!

MIAW!!


Porque nós, mulheres, somos assim: gostamos de amar...

Conto de Fadas
Sentada numa esplanada à beira da água, sentindo o sol a namorar-lhe a pele, relembrava-o...
E a momentos felizes que ali havia vivido.
Ainda hoje se perguntava como tinha sido possível surgir todo aquele sentimento, toda aquela cumplicidade, todo aquele amor.
Sim, porque era amor...
Soube-o desde o primeiro "gosto de ti" ouvido dos lábios dele.
Sentiu-o, ao amor e desde aquele momento, nascer, crescer e alimentar-se daqueles acasos que a vida nos traz e outras vezes dos sonhos partilhados que, por grandes, muitas vezes os ultrapassavam, fazendo-os dispersar num futuro aguardado.
Tinham passado três dias desde o último beijo, três dias desde que o sentira pela última vez.
Muitos outros dias ainda estavam para acontecer até voltar a beijá-lo, a senti-lo...
Até lá, ouvia-lhe a voz e bebia cada palavra, vivendo da magia acarinhada pelos sentimentos experimentados.
Até lá, parecia-lhe, vivia um conto de fadas...
Lá, seria um conto de fadas...

in MMaresias.

Música + Doce#1


Feist - 1234

Coisa + Doce#1